Depois da sessão, quase todo mundo pergunta a mesma coisa.
E agora, como eu tomo?
A parte prática é simples.
O que pede cuidado é outra coisa.
A parte simples
Você recebe o seu frasco com a orientação do seu preparo.
Poucas gotas, algumas vezes ao dia, sempre nos horários que combinamos juntas.
Não precisa de estômago vazio.
Não precisa de ritual complicado.
Não tem contraindicação com o seu tratamento, porque a essência não disputa espaço com nada.
Se esquecer uma vez, não estragou nada.
Retome na próxima.
O que importa mais do que a quantidade
Muita gente acha que tomar mais gotas acelera o processo.
Não acelera.
Floral não é dose.
É constância.
O que faz diferença não é a quantidade em cada vez.
É a regularidade ao longo dos dias.
É o lembrete diário de que você decidiu se olhar.
Quando parece que nada acontece
Essa é a parte que eu mais preciso dizer.
Essências florais não fazem barulho.
Não existe o momento em que a gente sente a virada.
O que acontece é mais discreto e mais bonito.
Uma semana depois você percebe que uma conversa que sempre te tirava do sério passou diferente.
Que você dormiu sem repassar o dia inteiro na cabeça.
Que respondeu com calma onde antes explodia.
Não foi a flor que fez por você.
Foi você, com um pouco menos de ruído no caminho.
O tempo da flor
As pessoas me perguntam quanto tempo demora.
Eu entendo a pergunta. Mas ela vem do lugar da pressa.
Não existe pressa quando se prepara uma essência.
Existe disponibilidade.
E o mesmo vale para quem a toma.
A natureza nunca fala alto.
Ela sussurra.
Quem corre não escuta sussurro.
Os florais são prática complementar e não substituem acompanhamento médico ou psicológico. Se você faz tratamento, siga com ele.
Assim é!
